Sem comentários! (evolução ou involução?)

TANTO LÁ COMO CÁ, PERCEBEMOS QUE NADA MUDA. (De Portugal para o Brasil)

Sendo a espécie humana o topo da evolução, como explicar a existência de espécimes, que de homem têm muito pouco e que são a regressão da filogênese a patamares tão primitivos quanto inexplicáveis?

Não sendo um supra-sumo da psicofisiologia, sei, e é praticamente do conhecimento geral, que na base das nossas necessidades básicas, está a alimentação, a água, o sono, o sexo e as necessidades fisiológicas. Todos eles são inerentes à vida e necessárias à preservação da nossa existência assim como de qualquer outro vertebrado.

O que eu não percebo, nem nunca vou perceber, é o comportamento animalesco monstruoso de alguns desses espécimes, chamados homens e mulheres em patamares onde deveriam destacar-se pelo primor e pela excelência. Falo das outras necessidades do Homem, que o distinguem dos demais animais, como são a necessidade de amor e relacionamento, de estima e realização pessoal.

Não consigo entender como existem mães e pais que descuram os filhos no afeto, na alimentação, no repouso, na higiene e na proteção quando no reino animal, são milhares os testemunhos de fêmeas que protegem as suas crias e machos que lutam até a morte para defenderem a sua família.

O que também não entendo, nem nunca vou entender, é a violência gratuita e furtiva que prolifera entre nós, seres evoluídos… Falo da violência entre pares, como matar um ser humano, por coisas tão banais como disputar o lugar numa fila qualquer; do vandalismo tribal que em nome da filiação a um grupo, bando ou gang, amedrontam e aterrorizam, e falo também da violência doméstica que dispensa quaisquer comentários e da violência no namoro que ao que parece está na moda (que bem…) e de todas as formas de violência que possam existir!

Mas afinal onde está o que nos distingue dos demais animais?
Não pode ser apenas a oponência do polegar! A racionalidade, a capacidade de pensar, deveria implicar que cada um de nós tivesse a capacidade de dialogar e de respeitar incondicionalmente o outro.

Em vez disso somam-se as ofensas, as agressões físicas e verbais, o vandalismo, o crime, a diminuição constante da Pessoa em si, os atentados humilhantes à auto-estima, a morte… and so on…

Jamais compreenderei este egoísmo vil, que grassa como ar e que toma conta de todos os que embarcam na viagem que vai do olho ao próprio umbigo.
Já não se acredita em nada, porque tudo serve para enganar e ludibriar o próximo;
Ser solidário é quase uma utopia e quem continua acreditar é maluco ou tem a mania.

Hoje estou particularmente indignada para não dizer ? ? ? da

Pensava já não ser possível surpreender-me pela negativa. Mas enganei-me o que significa que depois de hoje, tudo é possível.

Não vou entrar em pormenores e resumo desta forma: imaginem que apanham o ônibus para o trabalho e o motorista cuja condução deixa muito a desejar, faz a meio do percurso uma freada daquelas que fez voar quem estava dentro do mesmo. Depois em vez de socorrer quem ficou ferido, duas crianças, seguiu viagem como se nada tivesse acontecido.

Quando cheguei ao meu destino, eu própria acionei o socorro. O resultado foi efetivamente participação à PSP, uma ida ao hospital e a apresentação de uma queixa no Livro de Reclamações que continua sem qualquer resposta. Tive no dia seguinte a confirmação pela PSP que o motorista incorreu em matéria criminal pois negou auxílio a pessoa necessitada, o que constitui crime em Portugal.
Que bom seria, se aprendêssemos com os animais, os tais que estão num patamar abaixo de nós, os tais que não são racionais, conceitos como a lealdade, a solidariedade, a proteção e o Amor.

Que bom seria que a ontogénese ao recapitular a filogénese, ficasse em Estágio num desses patamares para que nunca esquecesse o que é de fato importante para nós seres humanos os tais que estão no topo de evolução…

Sem comentários!

(Obs.: Fizemos adaptação, onde foi possível, da linguagem do português de Portugal para o do Brasil)

Fonte: Blog PEDAÇOS D’ALMA

Turista ou peregrino?

Viver a vida como turista

É vê-la por cima, de avião – muitas vezes,

depressa, a correr,

Sem tempo para parar

Porque a todo lado se quer chegar.

Viver a vida como peregrino

É vê-la bem de perto,

Lado a lado,

Com tempo para apreciar,

contemplar,

Parando e vendo,

Sentindo os passos,

Caminhando,

Palpando o pulso,

Beijando o aroma,

Sentindo o cheiro…

Peregrino ou Turista?

Um pouco dos dois

Mas prefiro o primeiro.

Sou eterno caminhante

Ou, porque não dizê-lo,

Eterno caminheiro!

 

Pe. José Antonio Carneiro

Casa de S. Paulo. Cortegaça.

Retiro para Ordenação Sacerdotal

Fonte: Blog Amor de Deus

Pega Jesusssss!

Numa madrugada qualquer, um ladrão entra pelos fundos de uma casa e começa, em silêncio, a arrombar a porta…Logo no início, escuta uma voz sussurrando:

– Jesus tá te olhando!

O ladrão se assusta, olha para os lados (na penumbra), mas não vê nada..


Segue tentando arrombar a porta e escuta novamente a voz:

– Jesus tá te olhando!

Meio incrédulo, mas com a certeza de ter escutado a frase, olha novamente ao seu redor e nada…

Quando reinicia sua “tarefa”, ouve novamente a voz:

– Jesus tá te olhando!

Dessa vez, ele percebe de onde vem a voz e acende a lanterna, iluminando um canto da área de serviço…

Nisso, ele vê um papagaio na gaiola e já aliviado, pergunta:

– Ah… é você o Jesus?

E o papagaio responde:

– Não. Eu sou o Judas.

– Judas??? E quem é o louco que bota o nome de Judas em um papagaio?

– O mesmo que botou o nome de Jesus no Pitbull.

– PEGA…… JESUSSSSSSSSSSSS!

No frigir dos ovos!


Você sabe o que quer dizer a expressão “no frigir dos ovos”?

Ovos fritos

Pergunta:

Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão “no frigir dos ovos”?

RESPOSTA :

Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de um certo tempo, dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce, mas não é mole, nem sempre você tem ideias e, pra descascar esse abacaxi, só metendo a mão na massa.  

E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas. Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.  

Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.  

Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas, como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.  

Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese… etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam o tomate, enfiam o pé na jaca, e, no fim, quem paga o pato é o leitor, que sai com cara de quem comeu e não gostou.   O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco.

Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de comer com os olhos, literalmente.   Por seu lado, se você tiver os olhos maiores que a barriga, o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana. Afinal, pimenta nos olhos dos outros é refresco…  

A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca e, depois, quando se junta a fome com a vontade de comer, as coisas mudam da água pro vinho.  

Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que, no frigir dos ovos, a conversa chega à cozinha e fica de se comer rezando. Daí, com água na boca, é só saborear porque o que não mata engorda.  


Nota do site: As fontes consultadas dizem apenas que esta pérola é do “Do meu encanto, em Guaraci Neves”. Ou que seu autor é Guaraci Neves. Assim, como ainda não entendi o que quer dizer “no frigir dos ovos”, também não entendi se Guaraci Neves é realmente o nome do autor ou de uma cidade ou de um lugar, ou talvez seja apenas um trocadilho. Na mitologia tupi-guarani, Guaraci é uma divindade representada pela Sol. Então seria “Sol das Neves”??? … 

Por que sou Cristão -Católico?

Há alguns dias um amigo me perguntou:
– Porque você é católico?
Fazendo-me de desentendido, pois tinha entendido bem a pergunta e o motivo de ter sido feita (esse amigo se diz ateu), retruquei:
– Ora, por que creio na existência de Deus.


Mas ele não ficou contente:
– Você parece ser uma pessoa inteligente e razoavelmente culta. E me diz que acredita em Deus? Ora, Deus não existe, é apenas uma personagem que as religiões usam para enganar os incautos. A ciência já provou que o mundo é obra do acaso, que o homem e todos os animais que existem surgiram da formação casual de moléculas marítimas que formaram seres vivos unicelulares e que avançaram para a terra e se desenvolveram nas várias espécies através da busca pela sobrevivência.


– É mesmo assim que você pensa? perguntei
– Sim, respondeu ele, e completou: Eu acredito na ciência!
– Bem, disse eu, você acaba de se desmentir! Você me contesta porque disse que tenho fé em Deus e afirma que é ateu; no entanto, você acaba de confessar que tem fé na ciência. Logo, você não é ateu, pois você tem fé!
Ele ficou me olhando, meio com cara de bobo, depois disse:
– Tá, mas a ciência não é Deus. A ciência é obra de homens inteligentes!

– Concordo que a ciência não é o Deus no qual eu acredito, mas é um deusinho que você criou e no qual acredita, ou melhor, no qual tem fé!

– Mas deixa eu lhe dizer uma coisa, continuei. O que você diz que a ciência provou, na verdade, não passa de uma mera teoria, como milhares de outras que já surgiram e não sobreviveram. A ciência não provou que o mundo é obra do acaso, ela levantou esta hipótese que, de momento, é a que vige e, assim mesmo, com muitas variações.

– E isso tanto é verdade que, por mais que tenham tentando, nenhum cientista conseguiu reproduzir o início da vida de forma espontânea. E nem seria espontânea, pois todos os experimentos realizados tiveram a mão humana para suas tentativas de sucesso. 

– E veja bem, ainda que tivessem provado a tese da geração casual da vida, isto não provaria que Deus não existe!

Aí ele se encheu de razão – Ora, o que você acaba de dizer é uma incoerência! Se você diz que acredita em Deus e que Ele é o criador da vida, se a vida nasceu de forma casual como você acaba de admitir, não foi obra de Deus!

– Meu amigo, eu não admiti nada, apenas disse que “se a ciência tivesse conseguido provar a tese da geração casual ou espontânea”, (o que ela não fez ainda e nem acredito que vai conseguir), isso não provaria a inexistência de Deus. 

– E mais, qualquer hipótese científica, por mais elaborada que possa ser, sempre vai exigir um antes.  

– Como assim? perguntou ele.

Pensei com meus botões “haja paciência”, mas respondi.

– Bom, para que a vida começasse pela geração espontânea, que nem seria o nome correto, pois nada existiria para gerar, a não ser, segundo esta tese, a terra e o mar, isto significa que o mundo estaria criado. E você certamente me responderia – mas tudo começou com Big Bang! Legal, mas o que é o Big Bang? Segundo a sua teoria cosmológica, o termo se refere a universo muito quente e muito denso que, há pouco mais de 13 milhões de anos começou a se resfriar e expandir e, com o tempo, esta expansão resultou na criação das galáxias, das estrela e dos planetas, entre os quais, um muito pequeno, mas que foi capaz de gerar a vida. Este planeta é a nossa Terra.  

– Volto a repetir: admitindo-se que tudo isso teria ocorrido, eu perguntaria: Como surgiu aquele universo quente e denso que gerou o Big Bang? Para me responder, você vai precisar de outra teoria. Qual é ela? Você certamente me responderá novamente: o acaso!

– E aí a gente entraria no circulo vicioso, pois ainda que fosse o acaso, teria que haver alguma coisa antes dele, pois o universo não poderia surgir do nada, já que você não admite a existência de um ser superior que poderia criá-lo. Você pode até achar outro teoria que tente explicar o surgimento do universo, mas nós vamos chegar sempre ao ponto que teve que surgir de alguma coisa, pois a ciência não admite que se crie algo do nada. 

– Este é um dos motivos pelo qual creio em Deus, pois para mim, a única forma de algo existir do nada, é somente pelas mãos de Deus. E antes que você me refute novamente, deixe me explicar que digo “mãos de Deus” no sentido figurado e por força de expressão, decorrente de minha limitação no conhecimento de Deus. Não sei como Ele é, se tem forma física ou espiritual, mas, na minha ignorância creio que seja espiritual, isto é, provavelmente Deus não tem forma física, tal qual a entendemos. 

– Por outro lado, meu amigo, quando observo o mundo, a natureza, os seres vivos, e tudo que há no mundo, a perfeição com que tudo isso interage, não posso conceber que o acaso tenha conseguido tamanha perfeição. O mais interessante é que a destruição que hoje se observa no mundo não foi obra nem de Deus e nem do acaso, mas sim do homem, através do conhecimento científico que você tanto defende. E aí, diante de suas afirmações, eu me permito pensar que se o diabo existe, ele certamente será um cientista.

– Ah, você já está apelando, retrucou.

– Não, de forma nenhuma. Eu não estou afirmando que o diabo existe e nem que ele seja algum cientista, só estou dizendo que, pela sua tese, eu até poderia pensar isso. Aliás, deixe-me lhe dizer que a ciência, quando direcionada para o bem estar da humanidade, merece todo respeito; mas, quando direcionada para a destruição de qualquer componente da natureza, merece todo desprezo. E, atualmente, boa parte da produção científica é direcionada para meios destrutivos.

– Tá legal, comentou meu amigo, vou respeitar sua opinião e estou vendo que não vou convencê-lo a mudar, mas você ainda não me respondeu porque você é católico, quando existem tantas outras religiões, aliás, algumas com maior ênfase na defesa da natureza. E todas elas acreditam em algum deus.

– De fato, você tem razão. Existem muitas religiões. Mas, para começar, nasci num lar católico e fui criado nessa religião. E confesso que em certa época de minha vida, me fiz vários questionamentos sobre minha crença e até me perguntei porque ser católico. Foi a partir disso que comecei a estudar outras religiões, a buscar conhecer suas crenças, seus deuses, suas filosofias. E sabe o que descobri? Que nenhuma delas tinham fundamentos melhores que a religião cristã católica. Que nenhuma delas tinham um entendimento melhor sobre Deus. Mesmo o judaísmo, da qual se originou o cristianismo, não conseguiu desenvolver um entendimento sobre Deus que pudesse me convencer. 

– E quando se fala em cristianismo, falamos de Jesus Cristo. Ora, em toda a história da humanidade, não existe outro personagem tão marcante quanto Ele. Não existiu ninguém tão humano sobre quem se poderia dizer que era mais que humano. Era tão humano em seus atributos que chegava a ser divino, pois só a divindade poderia exibir tais atributos. E é d’Ele que nasce o cristianismo, que nasce o catolicismo. Seus ensinamentos e sua doutrina permanecem como a melhor luz, ou melhor, a única luz para que a humanidade alcance a felicidade e a plenitude de vida. Quando isso vai acontecer é para nós um mistério, não o sabemos, mas temos a certeza que chegaremos a isso. É nisso que nós acreditamos, é isso que nós buscamos, para isso é que lutamos.

– É, você não tem jeito mesmo, respondeu meu amigo. Desisto.

– Lamento que você tenha desistido, respondi, mas eu não vou desistir de você. Por mais que você diga não acreditar em Deus, eu tenho certeza que lá no fundo de seu coração existe uma centelha divina, até porque a vida é divina. Qualquer hora vamos continuar nossa conversa.

– Legal, agora quer me converter? Não, tô fora. Até mais!

– Até mais, meu amigo. Que Deus o acompanhe!

E lá se foi ele. Ainda teima em ser ateu, mas eu sei que um dia ele vai deixar de ser cabeça dura. Um dia ele vai me procurar… para saber mais sobre Deus.     

Um hobby como fonte de renda.

Um hobby pode se transformar em fonte de renda?

Primeiro, vamos saber o que significa “hobby”.

Hobby é uma palavra inglesa adotada pela língua portuguesa e significa passatempo, isto é, uma atividade que é praticada por prazer, geralmente nos tempos livres.

Portanto, hobby não é uma ocupação, não é uma profissão, sendo praticado com o objetivo de relaxamento do praticante.Por se tratar de um passatempo, a prática de um hobby , via de regra, não implica obtenção de renda. No entanto, a prática de um hobby pode se transformar em substancial fonte de renda para muitas pessoas. Alguns exemplos ilustram isso:

Casinha de boneca.

Um amigo, que gostava de fazer objetos de madeira, ao confeccionar uma casinha de bonecas para sua neta, chamou a atenção de vizinhos que tinham filhas e acabaram encomendando a confecção de algumas peças. Então ele descobriu naquele hobby uma bela fonte alternativa de renda.

Outro amigo tinha como passatempo de fim de semana a pescaria em pesqueiros. Sua paixão era a pesca de tilápia. Mas quem é pescador sabe que esse peixe é muito manhoso e, às vezes, se frusta ao voltar para a casa sem nenhuma fisgada. Então esse amigo desenvolveu um dispositivo simples para instalar na ponta da vara de pesca, que facilitava enormemente suas fisgadas. O dispositivo ficou tão popular, que ele resolveu fabricar vários deles para vender. E acabou, sem querer, descobrindo uma nova fonte renda.

Muitas pessoas, principalmente as mulheres, sentem enorme prazer em decorar peças pequenas de MDF e acabam fazendo dessa atividade uma bela fonte de renda, vendendo suas criações. Outras se dedicam ao crochê e aos bordados, outra, aos sabonetes artesanais, outras ainda à culinária. O elenco de atividades é infinito. A grande vantagem é: ganhar dinheiro fazendo o que gosta!

É disso que vamos tratar na seção HOBBIES. Na medida do possível, indicando vídeos, matérias e cursos que possam ajudar as pessoas a escolherem atividades que lhe tragam prazer e que possam, ao mesmo tempo, se transformarem em belas fontes de rendas alternativas. E quiça, acabem se transformando em fontes de rendas exclusivas.

Grande abraço!

O Papa nos propõe 3 verbos: não julgar; não condenar; sim, perdoar

Andrew Medichini-AFP Compartilhar 70 Redação da Aleteia | Mar 19, 2019

Papa Francisco

Francisco nos exortou a imitar a misericórdia do Pai nesta Quaresma e enfatizou o exemplo de Jesus Na Missa desta segunda-feira, 18 de março, o Papa Francisco nos exortou a imitar a misericórdia do Pai nesta Quaresma: em especial, não julgando os outros nem os condenando, mas sim perdoando.

O trecho do Evangelho do dia veio do capítulo sexto de São Lucas:

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante, será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”.

3 verbos: não julgar; não condenar; sim, perdoar

Julgar “é um mau hábito que se infiltra na nossa vida sem que percebamos”, destacou o Papa, convidando-nos a examinar quantas vezes por dia nós julgamos e condenamos os outros, inclusive por meio de fofocas. Para mudar esse quadro, ele nos incentivou a perdoar, “mesmo que seja ‘tão difícil’, porque as nossas ações dão a medida a Deus de como Ele deve agir conosco“.

Francisco enfatizou o exemplo de Jesus:

“O Senhor nos ensina: ‘Doem. Doem e vos será doado. Sejam generosos em doar. Não deixem os bolsos fechados. Sejam generosos em doar aos pobres, àqueles que precisam, e em doar também tantas coisas: dar conselhos, dar sorrisos às pessoas, sorrir. Sempre dar, dar. Nosso Senhor será generoso: nós damos um e Ele nos dará cem de tudo aquilo que nós damos. E esta é a atitude que blinda o não-julgamento, o não-condenar e o perdoar”.

Do site: Aleteia

Meu domingo acabou muito triste!

Estava acabando o jogo entre Corinthians e Oeste, com a vitória do timão por 1 x 0, garantindo sua passagem para a segunda fase do Campeonato Paulista. Festa da galera corintiana. Alegria da torcida São Paulina, pois a derrota do Oeste ajuda a equipe do Morumbi.
Nisso, ouço aquele toque típico de mensagem chegando no celular e ao abrir me deparei com um notícia no Facebook: Acidente com duas vítimas fatais na Estrada de Andradas.
Como tenho parentes e amigos naquela região, resolvi procurar saber melhor do ocorrido, pois a notícia do Facebook não informava nomes das vítimas.

Procurando na internet, acabei descobrindo dados sobre o acidente: o fato aconteceu no bairro Alto da Serra, em Andradas, na rodovia que liga esta cidade à Poços de Caldas. Conheço bem este trecho e sei do perigo que se esconde naquelas curvas. Sem uma versão ainda oficial, o que se dizia era que o veículo que descia, no sentido Poços/Andradas, teria ficado sem freios ou perdido a direção, avançando na faixa contrária e colidindo com a motocicleta que seguia rumo a Poços e acabou se incendiando. Não é possível ainda saber se esta informação é correta, pois pelos vídeos e fotos, a motocicleta estava caída na pista contrária de quem subia a serra.

Motocicleta totalmente destruída pelo fogo após o acidente.

Na motocicleta, um casal (ela de 47 anos, ele de 52 anos), tinham vindo de Ponte Nova (MG) para Andradas (MG), para participarem de uma festa de aniversário. Ambos faleceram na hora e seus corpos estavam caídos no meio da pista.

Poder-se ia dizer tratar-se de um fato comum, corriqueiro, pois acidentes de trânsito com mortes acontece aos montes, todos os dias. Este teria sido apenas mais um!

Mas não foi bem assim. Não sei se pela forma como a notícia me chegou, se pela preocupação de saber sobre os envolvidos, que poderiam ser conhecidos, ou pelos simples fato de buscar maiores informações, a verdade é que este acidente acabou deixando o final do meu domingo profundamente triste.

Mais triste ainda ao ver a jovialidade que transparece do casal que foi levado pelo acidente. A foto de ambos está estampada no site Portal da cidade de Andradas, na qual demonstram estarem muito felizes. Para acessar a noticia, clique aqui.

Felicidade que a morte levou de forma abrupta. Felicidade que mais um acidente de trânsito interrompeu.

Mais uma tragédia para a coleção de um ano que está deixando uma marca muita amarga na vida de muita gente.

Só sei dizer que meu domingo acabou muito, mas muito triste mesmo.

Conta e tempo


Conta e tempo

Deus pede estrita conta do meu tempo
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!

Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo…”

(Autor: Frei Antônio das Chagas, Séc. XVII)

Massacre em Suzano


Suzano em luto

Não vamos aqui mostrar fotos ou vídeos. Isto seria muito deprimente!

O que nos interessa é tentar buscar explicações para a ocorrência de fatos como este! Se é que existem explicações!

Será que estamos mesmo vivendo o final dos tempos?

Algumas especulações são feitas por muitos: falta amor; falta Deus na vida das pessoas; isto é influência de filmes violentos; ou é influência de algum tipo de lavagem cerebral, ou decorrentes do uso de drogas, etc., etc.,etc.

Psicólogos e psiquiatras tentam explicar com base na afetação mental. Termos científicos e de difícil entendimento para a maioria dos mortais. 

Algumas religiões atribuem ao “Karma”; outras, a problemas em vidas passadas.

Todavia, não existe uma resposta definitiva. 

O problema atinge pessoas de todas as classes sociais; atinge filhos de boas famílias e também filhos de famílias problemáticas!

Então, qual é a explicação???

E não acontece só em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. Acontece também, e talvez com mais frequência, nos países mais desenvolvidos. Não é fruto de uma educação precária ou de baixa qualidade. Não é fruto da pobreza.

Então o que é? Porque acontece este tipo de coisas?

Deixem suas opiniões nos comentários. Quem sabe cheguemos a uma conclusão”.

E aos familiares que perderam seus entes queridos, nos resta apenas deixar uma mensagem de conforto: