O Papa nos propõe 3 verbos: não julgar; não condenar; sim, perdoar

Andrew Medichini-AFP Compartilhar 70 Redação da Aleteia | Mar 19, 2019

Papa Francisco

Francisco nos exortou a imitar a misericórdia do Pai nesta Quaresma e enfatizou o exemplo de Jesus Na Missa desta segunda-feira, 18 de março, o Papa Francisco nos exortou a imitar a misericórdia do Pai nesta Quaresma: em especial, não julgando os outros nem os condenando, mas sim perdoando.

O trecho do Evangelho do dia veio do capítulo sexto de São Lucas:

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Sede misericordiosos, como também o vosso Pai é misericordioso. Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. Dai e vos será dado. Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante, será colocada no vosso colo; porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis medidos”.

3 verbos: não julgar; não condenar; sim, perdoar

Julgar “é um mau hábito que se infiltra na nossa vida sem que percebamos”, destacou o Papa, convidando-nos a examinar quantas vezes por dia nós julgamos e condenamos os outros, inclusive por meio de fofocas. Para mudar esse quadro, ele nos incentivou a perdoar, “mesmo que seja ‘tão difícil’, porque as nossas ações dão a medida a Deus de como Ele deve agir conosco“.

Francisco enfatizou o exemplo de Jesus:

“O Senhor nos ensina: ‘Doem. Doem e vos será doado. Sejam generosos em doar. Não deixem os bolsos fechados. Sejam generosos em doar aos pobres, àqueles que precisam, e em doar também tantas coisas: dar conselhos, dar sorrisos às pessoas, sorrir. Sempre dar, dar. Nosso Senhor será generoso: nós damos um e Ele nos dará cem de tudo aquilo que nós damos. E esta é a atitude que blinda o não-julgamento, o não-condenar e o perdoar”.

Do site: Aleteia

Meu domingo acabou muito triste!

Estava acabando o jogo entre Corinthians e Oeste, com a vitória do timão por 1 x 0, garantindo sua passagem para a segunda fase do Campeonato Paulista. Festa da galera corintiana. Alegria da torcida São Paulina, pois a derrota do Oeste ajuda a equipe do Morumbi.
Nisso, ouço aquele toque típico de mensagem chegando no celular e ao abrir me deparei com um notícia no Facebook: Acidente com duas vítimas fatais na Estrada de Andradas.
Como tenho parentes e amigos naquela região, resolvi procurar saber melhor do ocorrido, pois a notícia do Facebook não informava nomes das vítimas.

Procurando na internet, acabei descobrindo dados sobre o acidente: o fato aconteceu no bairro Alto da Serra, em Andradas, na rodovia que liga esta cidade à Poços de Caldas. Conheço bem este trecho e sei do perigo que se esconde naquelas curvas. Sem uma versão ainda oficial, o que se dizia era que o veículo que descia, no sentido Poços/Andradas, teria ficado sem freios ou perdido a direção, avançando na faixa contrária e colidindo com a motocicleta que seguia rumo a Poços e acabou se incendiando. Não é possível ainda saber se esta informação é correta, pois pelos vídeos e fotos, a motocicleta estava caída na pista contrária de quem subia a serra.

Motocicleta totalmente destruída pelo fogo após o acidente.

Na motocicleta, um casal (ela de 47 anos, ele de 52 anos), tinham vindo de Ponte Nova (MG) para Andradas (MG), para participarem de uma festa de aniversário. Ambos faleceram na hora e seus corpos estavam caídos no meio da pista.

Poder-se ia dizer tratar-se de um fato comum, corriqueiro, pois acidentes de trânsito com mortes acontece aos montes, todos os dias. Este teria sido apenas mais um!

Mas não foi bem assim. Não sei se pela forma como a notícia me chegou, se pela preocupação de saber sobre os envolvidos, que poderiam ser conhecidos, ou pelos simples fato de buscar maiores informações, a verdade é que este acidente acabou deixando o final do meu domingo profundamente triste.

Mais triste ainda ao ver a jovialidade que transparece do casal que foi levado pelo acidente. A foto de ambos está estampada no site Portal da cidade de Andradas, na qual demonstram estarem muito felizes. Para acessar a noticia, clique aqui.

Felicidade que a morte levou de forma abrupta. Felicidade que mais um acidente de trânsito interrompeu.

Mais uma tragédia para a coleção de um ano que está deixando uma marca muita amarga na vida de muita gente.

Só sei dizer que meu domingo acabou muito, mas muito triste mesmo.

Conta e tempo


Conta e tempo

Deus pede estrita conta do meu tempo
E eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta.
Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado, e não fiz conta;
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!

Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar, de prestar conta
Chorarão, como eu, o não ter tempo…”

(Autor: Frei Antônio das Chagas, Séc. XVII)

Massacre em Suzano


Suzano em luto

Não vamos aqui mostrar fotos ou vídeos. Isto seria muito deprimente!

O que nos interessa é tentar buscar explicações para a ocorrência de fatos como este! Se é que existem explicações!

Será que estamos mesmo vivendo o final dos tempos?

Algumas especulações são feitas por muitos: falta amor; falta Deus na vida das pessoas; isto é influência de filmes violentos; ou é influência de algum tipo de lavagem cerebral, ou decorrentes do uso de drogas, etc., etc.,etc.

Psicólogos e psiquiatras tentam explicar com base na afetação mental. Termos científicos e de difícil entendimento para a maioria dos mortais. 

Algumas religiões atribuem ao “Karma”; outras, a problemas em vidas passadas.

Todavia, não existe uma resposta definitiva. 

O problema atinge pessoas de todas as classes sociais; atinge filhos de boas famílias e também filhos de famílias problemáticas!

Então, qual é a explicação???

E não acontece só em países subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. Acontece também, e talvez com mais frequência, nos países mais desenvolvidos. Não é fruto de uma educação precária ou de baixa qualidade. Não é fruto da pobreza.

Então o que é? Porque acontece este tipo de coisas?

Deixem suas opiniões nos comentários. Quem sabe cheguemos a uma conclusão”.

E aos familiares que perderam seus entes queridos, nos resta apenas deixar uma mensagem de conforto:

CATÁSTROFES ESPERADAS!

1. O horror em Mariana!

Mariana deixou um legado de mortes e destruição. Destruiu vidas, sonhos, famílias, natureza!

Deveria ter servido de alerta!

Mas não! A ganância falou mais alto!

Muitas outras represas na mesma situação e nada foi feito para prevenir!

Prevenir para quê? O que se perde é pouco frente à fortuna que se faz! 

E Mariana já estava caindo no esquecimento dos brasileiros que não foram afetados pela catástrofe!

Sim, porque quem foi afetado ou afetada jamais esquecerá!

Jamais se esquece o horror da morte e da destruição quando se está envolvido!


2. O terror em Brumadinho

Mariana quase esquecida! 

Aí acontece de novo!

Prevenir? O que é isso? Para quem serve?

Não serviu para ninguém. Ou talvez tenha servido para quem não quis gastar com isso!

O fato é que: aconteceu de novo!

Em Brumadinho a tragédia foi ainda maior. Mais mortes, muitas mortes! Mais vidas destruídas, mais sonhos apagados, maior prejuízo para a natureza!

E daí? Nada que algumas pequenas indenizações não resolva.

Logo o País esquecerá também esta nova catástrofe. Aliás, já está caindo no esquecimento!

Mas aqueles e aquelas que perderam parentes, pais e mães, filhos e filhos, jamais esquecerão!

Mas o resto do Brasil? Bom o resto dos Brasil e dos brasileiros têm outras coisas com que se ocuparem. Logo, Brumadinho ficará nas brumas do passado! E todos nós o esqueceremos.

Rio de lama

Um poeta sertanejo do Nordeste cantou em uma de suas canções que o “o sertão vai virar mar”!

Sei não! Do jeito que a coisa vai, é mais fácil o sertão virar lama, com tantas outras represas nas mesmas condições que as de Minas Gerais!

Mas, o que interessa isso?

Em que isso nos prejudica?

“Cada qual com sua cruz!”

Quem realmente financia o tráfico de drogas?

Dias desses, numa andança pela internet, me deparei com essa charge no site latuffcartoons:

(https://latuffcartoons.wordpress.com/tag/trafico-de-drogas/).

Parece apenas uma brincadeira, mas a coisa é muito séria. 

É muito comum vermos nos noticiários sobre traficantes a prisão de pessoas das classes mais baixas da população acusadas de tráfico de drogas. Às vezes, até uma vovozinha septuagenária é presa por tráfico. De quando em quando, a prisão de uma quadrilha mais organizada, mas ainda assim sem muito poder econômico, Ás vezes, algum caminhoneiro transportando drogas em compartimentos ocultos de seus veículos.

No entanto, sabemos que comprar drogas em enorme quantidade para ser distribuída nas grandes cidades exige respeitável poder econômico. E aí perguntamos: quem realmente financia o tráfico de drogas?

Por que é que muito raramente vemos notícias de pessoas ricas e influentes sendo presas por tráfico de drogas?

É sobre isso que a charge nos faz refletir.

A pressa é inimiga da perfeição

Moro em Campinas. Para quem conhece, na Vila Industrial, mas trabalho no Jardim das Bandeiras. 

Para ir ou vir, tenho que pegar um trecho da Rodovia Santos Dumont, já chegando no entroncamento com a Rodovia Anhanguera. Em horários fora de pico, é um trajeto de no máximo 10 minutos.

Mas, nos horários de pico, a coisa fica feia!

Hora do rush na Rodovia Santos Dumont

Pois é, nesta quinta-feira (28/02/2019), eu tinha um compromisso às 20:00 horas. Sai do trabalho por volta das 18:30 horas e quando cheguei no acesso da Santos Dumont, me deparei com um congestionamento terrível. Se ficasse ali, não chegaria a tempo sequer para um banho antes do compromisso.

A alternativa seria sair pela Avenida das Amoreiras, mas como todos sabem, ela está em obras com uma via de direção e geralmente também com muito trânsito.

Mas temos uma outra alternativa, não muito boa, pois temos que passar por um trecho de estrada de terra de mais ou menos um quilometro, atravessando o Jardim Icaraí e pegando a Estrada Velha Campinas/Indaiatuba.

Para retornar para casa este trecho é em aclive bastante acentuado. Pela manhã eu vim por ali e a estrada estava em razoável condição. Diante do impasse quanto ao trânsito intenso da Rodovia Santos Santos Dumont e da necessidade de chegar logo em casa, fiz a triste opção de pegar esse caminho.

Acontece que havia chovido o dia todo, o que eu sabia. O que não sabia é que haviam feito um serviço de terraplanagem lá no alto da estrada e que a chuva havia trazido grande parte desta terra, transformada em lama, para o leito da estrada. Transformou-se num ensopado de lama terrivelmente escorregadia, que nenhum veículo conseguia atravessar. 

Cheguei até a metade da estrada com muito esforço e percebendo que não conseguiria atravessar, fiz uma difícil manobra para retornar. Quando estava quase chegando ao final da estrada, faltando uns 100 metros para alcançar o asfalto, o carro deslizou na pista, caindo numa valeta lateral um tanto profunda, mas que estava coberta de lama e entulho.

O carro caiu de tal forma que ficou como se fosse uma gangorra, ou seja, o centro do eixo na beirada da valeta. Todas as tentativas de tirá-lo foram inúteis. Um amigo que pensava em fazer aquele caminho com sua caminhonete tentou ajudar, primeiro puxando com uma corda que acabou arrebentando, depois com uma fita de catraca, que também não aguentou. 

A solução foi chamar um guincho que, com muita dificuldade, conseguiu arrastar o carro com o cabo de aço, para depois colocá-lo na plataforma.

O resultado da pressa foi, além do preço do guincho, um pneu rasgado, o radiador estourado e o cano do combustível furado. Uma bela recompensa para quem não teve a paciência de enfrentar o intenso trânsito da Rodovia Santos Dumont.

E aí a gente começa a pensar nos ditados populares: “A pressa é inimiga da perfeição” ou “devagar se vai ao longe”. Ou ainda, “Quem tem pressa come cru” e muitos outros mais e descobre que “nem todas as estradas te leva a Roma”, algumas te levam ao desespero!

Porque e para que estou partilhando esta história?

Muito simples: antes de tomar qualquer atitude apressada como eu fiz, pondere os prós e contras da situação. No fim, acabei faltando ao meu compromisso, embora tenha justificado com certa antecedência por telefone e ainda acabei ficando com um enorme prejuízo. Sem contar que a sujeira do carro vai levar muito tempo para sair completamente. E sem contar o estresse desta situação toda.

Portanto, amigos, muita calma nessa hora!